CONJUNTO PENAL DE ITABUNA IMPLANTA ESCÂNER CORPORAL E INAUGURA MAIS DUAS SALAS DE VIDEOCONFERÊNCIA

Aumentar o controle de acesso de objetos não autorizados no interior da unidade prisional e ampliar a segurança dos colaboradores e visitantes. Com esse objetivo, a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP) implantou, no Conjunto Penal de Itabuna, um escaner corporal de última geração, que já está pronto para entrar em operação. A montagem do equipamento foi finalizada e entregue na manhã dessa sexta-feira (3), pela empresa fornecedora.

O diretor do CPI, major PM Adriano Valério Jácome da Silva, acompanhado do diretor-adjunto Bernardo Cerqueira Dutra e do coordenador de Segurança, Fábio Vivas, fizeram a vistoria do equipamento, que foi implantado e será operacionalizado pela empresa Socializa – Soluções em Gestão, que administra a unidade prisional em regime de cogestão com o Governo do Estado.
De acordo com o diretor, com o novo equipamento, a unidade dá um salto de qualidade no quesito de controle de segurança. “Vamos ter um controle muito maior do que já fazíamos em relação ao ingresso de objetos não autorizados nas dependências da unidade prisional”, afirma Adriano Jácome.

Salas de Videoconferência

Ainda manhã de sexta-feira (3), foram entregues pela empresa Socializa à direção do Conjunto Penal de Itabuna mais duas salas de videoconferência, para facilitar a realização de audiências remotas, respeitando as novas normas de segurança em saúde, devido à pandemia do novo coronavírus. Com isso, a unidade passa a contar três salas de videoconferência, o que irá agilizar a realização de audiências com os reeducandos, que não terão prejuízos processuais devido às restrições de locomoção impostas pela pandemia.

Com essas realizações, o Conjunto Penal de Itabuna e a empresa Socializa seguem dando respostas à altura dos desafios desse momento, garantindo a todos tratamento igualitário, conforme previsto na Constituição Federal, em seu artigo 5º. “Essas novas salas vão nos permitir atender às demandas de audiências judiciais, garantindo o bom andamento dos processos dos reeducandos, que não terão nenhum prejuízo em sua marcha processual devido às novas diretrizes de locomoção e de distanciamento social, que inviabilizaram as audiências presenciais”, resume o diretor Adriano Jácome.