REUNIÕES COM EQUIPES BUSCAM UNIFORMIZAR PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS NO CPI

A direção do Conjunto Penal de Itabuna (CPI) realiza, desde o início do mês, reuniões com as diversas equipes da unidade, a fim de uniformizar os procedimentos operacionais e a rotina administrativa, Os encontros, dentro do programa de palestras “Desafios e Perspectivas para 2020”, são realizados em parceria com a empresa cogestora Socializa, envolvem equipes de segurança e do Corpo Técnico.

Na terça-feira (28) e quarta (29), os encontros ocorrem no auditório da Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil em Itabuna (OAB-Itabuna). Nas atividades, coordenadas pelo diretor do CPI, Major PM Adriano Valério Jácome da Silva, são passados, em forma de palestra às equipes, fundamentos que vão da convivência em grupo até noções relativas aos níveis de segurança a partir do fluxo da informação no ambiente de trabalho.

“Certas atitudes devem ser observadas em um ambiente de serviço de custódia. Uma delas é jamais levar tensão para onde já exista tensão. Outra: o serviço só funciona como uma engrenagem. Assim, todos os setores são importantes, independente de suas especificidades, para o sucesso do trabalho”, exemplificou o diretor Adriano Jácome.

Ele informa que embora não se trate de um curso de recapacitação, a natureza do trabalho de custódia demanda que o conhecimento relativo aos procedimentos de segurança e rotinas administrativas deva estar em constante movimento.

O diretor explica: “A ‘cadeia’ é um organismo ‘vivo’, do ponto de vista psicológico e sociológico, e sempre emite sinais. É um grupo social formado por seres humanos, tanto de um lado quanto do outro do serviço de custódia. Perceber esses movimentos faz toda a diferença para a segurança de todos e para a prestação de um serviço de excelência, que é o que buscamos”.

Observadores

Além do diretor Adriano Jácome, participaram do encontro dessa segunda-feira o diretor-adjunto do CPI, Bernardo Cerqueira Dutra, os gerentes Yuri Damasceno (Administrativo), e Robson Monteiro (Operacional). Como observadores, o advogado Moisés Figueiredo de Carvalho, presidente da Comissão de Direito Criminal e Sistema Prisional da OAB – Itabuna, e o representante da Socializa no Conjunto Penal de Lauro de Freitas, Altamirando Matos. Ao final, o presidente da OAB – Itabuna, Edmilton Carneiro, usou da palavra e fez uma saudação aos presentes.