EMPRESÁRIOS E REPRESENTANTES DO PODER JUDICIÁRIO E DA ÁREA DE SEGURANÇA PÚBLICA DE VITÓRIA DA CONQUISTA CONHECEM PROJETO QUE OFERECE REINSERÇÃO SOCIAL A DETENTOS E EGRESSOS DO SISTEMA PRISIONAL

Na tarde desta quarta-feira (10/05), O conjunto Penal de Vitória da Conquista sediou uma reunião de líderes empresariais e parceiros locais com o objetivo de promover ações para a inserção de apenados e egressos do sistema prisional no mercado de trabalho. Em um evento organizado pelo Conselho de Segurança – CONZEG e SOCIALIZA, para apresentação do Projeto de Ressocialização de Apenados: “Uma oportunidade de fazer diferente” pelo Superintendente de Ressocialização Sustentável da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização – Dr. Luis Antonio N. Fonseca, os empresários e representantes do poder judiciário e da área de segurança pública discutiram os desafios e oportunidades do processo de inclusão desse público. Cerca de 30 pessoas participaram do encontro, que terminou com grandes expectativas.

Segundo o Superintendente de Ressocialização, Dr. Luis Antonio N. Fonseca, a união de esforços das iniciativas pública e privada é fundamental para o desenvolvimento de ações com esse enfoque. A parceria com as instituições apoiadoras tem-se mostrado de grande valia para a mobilização da sociedade civil, principalmente, do empresariado, para incentivo às ações de inserção profissional ao público oriundo do sistema prisional,

Mais do que apresentar a fórmula de sucesso do Programa o evento construiu, ao longo da programação, um panorama da segurança pública na região e dos reflexos dessa prática na reincidência criminal. O objetivo da reunião é desmistificar a contratação de sentenciados e demonstrar, por meio de depoimentos de egressos e empresários atendidos pelo Programa, que, com o engajamento de todos, os benefícios podem ser para toda a sociedade”, explicou o¨ Diretor do CPVC Cap. PM José Oliveira Melo.

Estudos dedicados ao assunto comprovam que a probabilidade de reincidência em egressos que trabalham é 63% menor, quando comparados com os que não possuem ocupação profissional. “Ao deixar o sistema penitenciário, grande parte dos ex-infratores desejam reconstruir suas vidas e, muitas vezes, esbarram na falta de oportunidade. Juntos podemos mudar essa realidade”, acredita Gerente da Socializa no CPVC, Juraci Jr.

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